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Sr. Henrique,
Boa noite ( 21:06 horas )
O seu texto vai ser vai ser publicado, na íntegra, com o seu nome inteiro, pois qualquer editorial é assinado por quem o escreve, cuja responsabilidade assume pelo próprio texto.
Como o texto está no Diário de Alphaville On Line, ( clique aqui: www.diariodealphaville.com.br )
sua manisfestação será publicada neste espaço.
E, como estamos em uma democracia, me cabe o direito de lhe responder, resposta que também publicarei.
Não estou do lado de ninguém, e vou deixar isto claro em minha resposta, até porque, no meu editorial, eu digo que espero a punição a quem pegou o televisor, depois que o inquérito policial for concluído.
Não interessa em que escola a minha filha estuda. Preconceito é crime, de qualquer forma que ele se manifeste. Crime inafiançável, inclusive.
Um texto editorial mostra a opinião de um editor. E, minha opinião está com o foco totalmente voltado ao jornalismo e, não, ao desvio do televisor.
Como editora, não posso usar a palavra "furto", pois só a polícia vai definir se houve furto ou não. No jornalismo, só podemos falar o que temos certeza, com provas. E, isto depende do resultado da conclusão de um inquérito policial.
O senhor é um professor ( ?? ), pelo seu e-mail, imagino. Como professor, e como cidadão, descrevendo-se como ético e sensato, o senhor possui a mesma obrigação que eu possuo como cidadã e editora, que é a de conhecer a Constituição Federal, a Lei Maior Brasileira.
Nela, não podemos prejulgar um caso, e devemos aceitar que a polícia e o judiciário tomem a frente do trabalho de investigação e dêem o andamento legal para o mesmo.
O CQC invadiu o território da polícia, quando fez uma investigação utilizando de equipamentos proibidos por lei. E isto não é permitido ao jornalismo.
O jornalismo investigativo é feito de outra maneira. E, tem que seguir regras impostas pela lei. E, o trabalho jornalístico deve ser sério sempre, respeitando a pessoa entrevistada e/ou filmada. Deve respeitar o direito de uso de imagem, e muitas outras regras que a ética jornalística nos impõe. E, deve também ser imparcial.
E, não é do meu conhecimento que o CQC da BAND, tenha questionado o que o âncora da BAND fez em horário nobre, falando de um gari, no Natal. Caso que teve grande repercussão na época e causou indignação em muitos brasileiros, inclusive, a mim.
O meu editorial é bem claro. Todos os editores e jornalistas devem atuar dentro dos seus limites. Podem, sim, colaborar com a trabalho da polícia, mas é esta quem dita as regras de colaboração, que estão respaldadas na lei.
Não defendo a reação de ninguém. Apenas, nós que trabalhamos com a imprensa, devemos respeitar as pessoas. Não nos cabe entrevistar ninguém com cinísmo, ironia ou deboche. Cabe que sejamos claros, objetivos, focados na pauta, mas nunca esquecendo o respeito, que a educação e a ética nos orienta.
A interpretação de texto é algo difícil e, como professor ( ?? ), o senhor deve saber isto. Mas, esta deve ser isenta de sentimentos. Sugiro que o senhor leia o texto, observando todas as colocações de cada palavra utilizada. E, certamente o senhor entenderá que a minha indignação é, não só por ter havido o desvio de um equipamento, fato que deve ser muito bem explicado à polícia mas, também, por ter havido deboche e provocação no ato e na edição de uma entrevista, e pelos métodos utilizados ( que eu não os usaria ) pois a lei não me permite ( refiro-me aos equipamentos dentro do televisor ) e, eu obedeço a lei.
Não vou dizer o que penso da reação de uma pessoa à provocação, pois não sei o que levou a pessoa a ter tal reação. Isto é um pré-julgamento, que não tenho o direito de ter em minha profissão. Apenas, é fato: depois de uma ação, vem uma reação. E, falo do fato.
E, não é o foco do meu editorial, que tem o objetivo de lembrar a todos os cidadãos que, o fato de não haver mais Lei de Imprensa, não nos dá o direito de conduzir e editar uma entrevista sem que haja o respeito ao entrevistado.
E, lembrar ainda que, segundo a decisão do STF ( Supremo Tribunal Federal ), o que regulamenta atualmente a profissão do jornalismo é, unicamente, a Constituição Brasileira.
Desculpe, Sr. Henrique, mas um abuso, não justifica o outro. E, no jornalismo, não são aceitos abusos. Eu fiz primário, ginásio e colegial em escola do Estado e, nem por isto, tive algum prejuízo ao grau de cultura que possuo hoje. E, respeito o direito de todos os estudantes. E, também sou uma pessoal normal, como o senhor. E, vou confiar que a polícia cuide deste assunto e nos forneça o resultado do inquérito, para que os culpados sejam punidos na forma da lei, tanto no caso do televisor levado para outro lugar fora da escola, como no caso dos equipamentos implantados dentro do mesmo, sem que houvesse ordem judicial para tal.
Com relação a chamar o prefeito de "seu prefeito" no texto a mim dirigido, quero lhe dizer, que não sou munícipe dentro de Barueri, portanto, ele não é "meu prefeito". E, veja bem, como as palavras podem ter dupla interpretação, cuidado que as pessoas devem ter ao expressar-se, e cuidado este que o senhor não teve. Se eu entender que o "seu prefeito" pode ser uma alusão de que exista alguma ligação pessoal íntima entre a minha pessoa e a do referido prefeito, a Constituição Brasileira me dará o direito de pedir-lhe explicações em âmbito judicial.
Quanto à coragem do "CQC", eu já disse a minha opinião: quero ver os seus integrantes repetirem suas técnicas de entrevista e jornalismo investigativo, em uma pauta de balas perdidas e arrastões nas praias, túneis e avenidas no Rio de Janeiro, fruto da atuação de traficantes. Isto é um problema gravíssimo, e não foi abordado por eles até o momento, que eu saiba. Gostaria muito de ver este programa , no quadro "Proteste Já", pois muitos inocentes já morreram por conta desta criminalidade, e tudo continua acontecendo. Quem sabe, eles aceitem a minha sugestão. Pior que ter um filho com um televisor desviado da escola, é vê-lo morto, por uma bala perdida. Concorda comigo?
Eu respeito a sua resposta, e vou publicá-la, na íntegra, mas peço que o senhor leia, cuidadosamente, novamente o meu editorial para entender a minha posição de editora e, que o senhor busque um dicionário e veja a diferença entre edital e editorial.
Grata pela sua participação.
Gláucia Poppe
editora
Editora, Distribuidora e Produtora NEWSVILLE - desde 1992 em Alphaville Diário de Alphaville On Line / Alpha Post
E-mail enviado por Henrique Chiapa Degan, a respeito do editorial publicado imediatamente abaixo ( na íntegra / sem correções) De: Henrique Chiapa Degan
Para: editoranewsville@yahoo.com.br Enviadas: Segunda-feira, 5 de Abril de 2010 10:06:42 Assunto: Jornalismo é coisa seria Bom dia, Li o editorial Jornalismo é coisa seria Do dia 27 de março de 2010, assisti a reportagem do CQC do dia 22 de março de 2010. Bom sou uma pessoa normal como qualquer outra, assim que comecei a ler seu edital à primeira frase que foi usada “Infelizmente no dia 22 de março, todos os brasileiros assistiram a um abuso cometido pelo programa CQC”, boa como a vossa Senhora Tem sua opinião eu tenho a minha não sei se isto ira para o mural de opiniões porem não poderia deixar de expressar minha indignação pelo seu edital Abuso é uma pessoa doar uma televisão (ou qualquer outra coisa) para um fim e é desviada para outro, se tem indícios de verdade ou não no sorteio não sei, mas eu sei e o Brasil inteiro viu que a televisão estava na casa de um funcionário da escola, como que você se sentiria sabendo que foi doada para a escola de seu filho uma televisão novinha e que a mesma estava na casa de um funcionário (Acho que você não saberia, pois sua filha ou filho que seja deve estudar em alguma escola particular daí) bom a questão não é essa, é a humilhação que o povo ta passando (diferente de seus argumentos no edital) o programa CQC fez o que ninguém tem coragem de fazer que seja mostrar à verdade a população, sem medo sem mentiras. Sobre a postura de seu prefeito Furlan: Eu como uma pessoa sensata e ética, não teria jamais tido a postura que o Senhor Prefeito Furlan teve, seria muito mais bonito e correto ele ter mantido a postura e educação diante de uma reportagem jornalística, acho que pensam que os eleitores são BURROS, todos sabemos que na Prefeitura (Qualquer uma) tem mil funcionários e o Senhor Prefeito não poderia cuidar de cada um pessoalmente (pois ele tem suas obrigações a serem cumpridas) e não podemos condenar um trabalho de 30 anos de vida publica por um ato de um funcionário dele, porem na posição de Prefeito ele tem por obrigação de explicar e se retratar por um ato de um funcionário dele (como funciona em qualquer empresa grande, o funcionário era o encarregado explica para o gerente que explica para o diretor que explica para o presidente da empresa) e assim toma-se a devida punição para o mesmo, chamar um programa de babaca, idiota, não é uma postura adequada para um Prefeito (acho eu). Quero deixar bem claro que não sou a favor e nem contra o programa CQC, só que eles colocaram a verdade para que o povo visse o povo não é leigo (em sua maioria). Agradeço o espaço para que possa expor minha opinião. Obrigado (a), Sem mais. Att: Henrique
Alphaville,sábado, 27 de março de 2010 Dia do Circo / Dia do Teatro, no calendário nacional Jornalismo é coisa séria e não combina com deboche Por Gláucia Poppe Infelizmente, no dia 22 de março, todos os brasileiros assistiram a um abuso cometido pelo Programa CQC ( Custe o que Custar ) da Rede Bandeirantes de Televisão que, em reportagem jornalística do quadro "Proteste Já", feriu vários princípios e a Lei. Para o telespectador, o programa pode ter parecido engraçado, irreverente, porém, os princípios do jornalismo condenam o sensacionalismo, principalmente quando feito a partir de matérias editadas com avaliações precipitadas, falta de respeito, de princípios éticos e, tendo como base, meios ilícitos e desrespeitosos no levantamento dos fatos. E, a Constituição Brasileira regulamenta a divulgação de notícias, para que elas sejam cuidadosamente expostas ao público, o que não parece ter sido o caso da veiculação do programa em questão. Não é relevante aonde fizeram isto, e sim, que sempre fazem isto. A idéia inicial do programa era bem interessante, mas acabou virando um poço repleto de chacotas, deboche e desrespeito. Seria um serviço à população, se apontassem problemas, irregularidades, a partir de reportagens sérias, embasadas em um jornalismo investigativo sério, com um trabalho que respeitasse a autoridade da Polícia Civil, que é a verdadeira responsável por investigações e prisões, sempre respaldadas pelas leis brasileiras e pelo Poder Judiciário. Poderiam até, fazer a denúncia, com um toque de humorísmo, mas sem abusos. Nada além disto. No entanto, o CQC simplesmente "plantou" clandestinamente, equipamentos de controle e rastreamento, dentro de um televisor destinado a uma doação para uma escola da rede municipal de ensino de Barueri, com o objetivo de denunciar algo que entenderam justificar os atos de: - doar um equipamento "preparado", "plantando-o" em um local qualquer onde conseguiriam um "flagrante" de desvio do mesmo; - estar cercando e invadindo a privacidade de pessoas, com controle remoto monitorado por eles, pessoas estas, que estariam depois, sendo perseguidas pelas ruas por eles, passando por aquilo que legalmente se chama de "constrangimento ilegal", além do uso indevido de imagem destas pessoas; - fazer entrevistas ( se é que se pode chamar de entrevista, a abordagem agressiva e grosseira que fazem às pessoas que eles querem ouvir ) que foram editadas de forma tendenciosa; e depois, culminando na entrevista com o prefeito de Barueri, utilizando uma postura desrespeitosa de pressão, provocação, julgamento prévio, ofensa, chacota, enfim, tudo aquilo que se abomina no jornalismo. Lembrando que hoje é Dia do Teatro, o CQC, além de ter feito um teatro sensacionalista, que não pode ser chamado de reportagem, invadiu os domínios dos poderes da Polícia. Nada que fizeram possui respaldo legal, pois é crime implantar este tipo de equipamento, sem ordem judicial. Nem mesmo a polícia, que tem o poder da investigação, do inquérito e da prisão, age desta forma. A democracia não permite qualquer tipo de abuso, que possa vir a denegrir a imagem de um cidadão. Quando existe uma denúncia, ou uma suspeita, é do poder e da atribuição da polícia investigar, com os recursos que lhe compete. Jamais, um programa de televisão pode invadir o território de ação da polícia e do Poder Judiciário. Pode e deve, sim, denunciar, respeitando os seus limites de atuação, coisa que o CQC não soube fazer. Mesmo depois da abertura de um inquérito, o suspeito tem o direito constitucional de defesa e do julgamento e, só depois de comprovada a sua culpa, poderá ser declarado culpado e cumprirá as penas previstas em Lei. O CQC cometeu vários abusos: usou de recursos ilegais de investigação; expôs pessoas que não tinham sido investigadas pela polícia, perseguiu estas pessoas em vias públicas filmando-as, cuja suspeição só poderia ser decretada pela polícia; entrou no gabinete de um prefeito, com um repórter em atitude jocosa, debochada, provocadora e ofensiva. Apresentou um sorteio, que não garante a veracidade do argumento da escolha aleatória do município, pois na filmagem do mesmo, fica clara a ausência de auditores. Portanto, tal sorteio não prova nada. Quem pode garantir que, em cada urna, estariam bolinhas de 0 a 9? Somente um auditor apresentado na mesma hora e no mesmo espaço físico do sorteio, no momento da filmagem do mesmo, confirmaria a veracidade do sorteio do Município de Barueri para receber a doação de um televisor. Quem vai ser a próxima vítima deste tipo de abuso? A Constituição Brasileira é bem clara. É melhor a equipe e a produção do CQC dar uma "lidinha" na Lei Maior, ao lado de um bom advogado criminalista, que explique tudo "direitinho" pra eles! Quem sabe, eles passem a obedecê-la e façam um programa melhor. E, falando em Constituição Brasileira, olha o que eu achei na Internet: ( trecho abaixo da Recomendação no. 75/2008 do Ministério Público Federal - Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, Ref.: Representação no. 1.34.001.000683/2008-17, dirigida ao Presidente da Rede Bandeirantes de Televisão. Na íntegra, abaixo, os sexto, sétimo e oitavo parágrafos ): "CONSIDERANDO que a Rede Bandeirantes de Televisão é concessionária do serviço federal de radiodifusão de sons e imagens; CONSIDERANDO que a liberdade de comunicação deve estar em compasso com outros direitos inseridos na Constituição Federal, dentre eles, o direito à informação ( art. 5o., inciso XIX, da Constituição Federal); CONSIDERANDO o dever da emissora de informar ao público os acontecimentos, sem alteração da verdade ou esvaziamento do sentido original, pois do contrário não se terá informação, mas deformação. Resolve RECOMENDAR ao Sr. João Carlos Saad, presidente da Rede Bandeirantes de Televisão, que tome as providências necessárias, para que seja respeitado o direito à informação, garantindo a veiculação de notícias sobre fato... " Esta Recomendação no. 75/2008, fala sobre uma informação enganosa que foi ao ar, através do Programa "Brasil Urgente", em 14 de janeiro de 2008, onde aparecia uma tarja de "ao vivo" e de "Exclusivo" para um assalto com reféns, a banco, que havia acontecido em agosto de 2007, o que gerou uma grande movimentação de órgãos de imprensa em busca de mais informações, fato este denunciado pelo Estadão, matéria que chegou ao conhecimento do Ministério Público Federal. E, continuando a transcrição do texto: "Requisita, outrossim, seja a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão signatária informada, no prazo de 20 ( vinte ) dias sobre as medidas adotadas por Vossa Senhoria, visando o cumprimento da presente recomendação. São Paulo, 16 de setembro de 2008 Adriana Silva Fernandes Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão" Então, a recomendação, vista parcialmente acima, define bem o que eu estou querendo dizer. O CQC levou ao televisor dos brasileiros, neste caso acontecido em Barueri, uma "deformação", e não, uma "informação", e a Rede Bandeirantes de Televisão, mais uma vez, desrespeitou o direito do cidadão, principalmente, do cidadão telespectador. Danilo Gentili e seu cinegrafista, criaram um fato novo, a partir do fato de origem, levando o prefeito entrevistado a uma reação de revolta, onde este fez um pronunciamento acompanhado de adjetivos à equipe do programa, e o condutor da entrevista, Danilo Gentili, disparou-lhe uma ofensa, imputando-lhe um transtorno mental, chamando-o de "bipolar". A verdade é que, qualquer cidadão, independente de ser ou não ser prefeito, não admite este tipo de abordagem. Pela Lei da Ação e Reação, "quem dá, leva!". "Provocou, levou!". Não é assim que as pessoas normais fazem? Ridicularizar uma autoridade já é a tônica do Programa CQC. E, o prefeito de Barueri não foi o primeiro a responder a uma provocação deles. Só usou, de uma maneira inesperada, até para ele próprio, uma forma de devolver as "bordoadas" que estava levando. Depois, a edição do programa, principalmente pela internet, entrou com recursos de ridicularização extrema desta reação. Lembrando que hoje também é o Dia do Circo, isto é circo. E, o público, não pode voltar aos tempos da Roma Antiga, para vibrar com "Pão e Circo", dentro do Coliseu, vendo os gladiadores sendo comidos pelos leões de forma covarde e insana, planejada pelos organizadores do show! Este era o recurso de manter o povo faminto sem revolta, dando-lhes circo de presente. Na verdade, era uma forma do povo descarregar a sua revolta, pela fome e pobreza, no cenário devastador e absurdo do "circo de horrores" que lhes era oferecido. Era uma insanidade coletiva, manipulada por alguns. Não é o caso aqui, pois o povo brasileiro não é faminto. Hoje, felizmente, até o mais pobre no Brasil, tem o que comer, com poucas exceções. Já foi muito pior no passado e, ainda, é muito pior em países onde famintos verdadeiramente existem. No caso em questão, o prefeito de Barueri, quando respondeu às provocações, apenas "chutou o pau da barraca" do circo. Eu faria o mesmo e muitos leitores deste jornal, também, se alguém invadisse a nossa sala, com uma câmera e um microfone "na nossa cara", fazendo gozação, provocações e acusações. Por que o Marcelo Tas e seus parceiros de programa, não invadem a sala do maior traficante do Morro da Rocinha protestando contra pessoas que levam tiros de bala perdida nas imediações do morro, ou contra os arrastões dentro do Túnel Rebouças e nas Linhas Vermelha e Amarela, lá no Rio de Janeiro ( uma bela pauta para o quadro do "Proteste Já" ), e repetem o que eles têm feito com os seus entrevistados, para ver como vai funcionar a Lei da Ação e Reação? Não sobra um, nem pra editar o programa depois. Duvida? Piada, se faz em programa humorístico. Em jornalismo, a coisa é bem diferente. Não se faz piada. E, a equipe do Programa CQC envergonhou o jornalismo. Vai ser difícil convencer as pessoas mais atentas e observadoras, de que a escolha do município e da escola foi realmente aleatória. E, mesmo que eles recebessem uma denúncia de desvios de doações na referida escola, isto seria incumbência da polícia, que deveria tomar a frente dos trabalhos. O máximo que poderiam fazer, seria levar a denúncia à polícia, contar o fato com isenção, mostrando o B.O. no programa e acompanhar os trabalhos da mesma, publicando apenas o que fosse por ela autorizado, respeitando os direitos de preservação da imagem dos envolvidos, até o término do inquérito policial e, ainda assim, no caso de culpa comprovada, teriam que aguardar a condenação dos envolvidos, para tornar público os culpados e a sua punição. Estes são os princípios que deveriam ter sido obedecidos e, foram todos desrespeitados. Isto tira, totalmente, a credibilidade deste tipo de "jornalismo", se é que se pode chamar de jornalismo o que o Programa CQC faz. Ele é da Band. Não foi na Band, que no Natal passado, o âncora mais famoso do Brasil, de um telejornal da emissora falou, com o microfone ligado, no horário da propaganda, mais ou menos isto: "que M., só faltava essa... um gari desejando Feliz Natal em rede nacional"? Por acaso, o "Proteste Já", com o Danilo Gentili, entrou na sala do presidente da emissora, Sr. João Carlos Saad, da forma como entrou na sala do prefeito de Barueri, desferindo todos aqueles comentários maldosos e debochados, cobrando-o de uma providência frente à gafe ( discriminação, que é crime inafiançável ) do seu âncora? Por acaso, invadiram a sala do seu colega de emissora para acusá-lo de discriminação? Não, que eu saiba. Dois pesos e duas medidas? Medo do patrão demití-los? Vistas grossas? Que falta de imparcialidade! Cadê o espírito investigativo e de justiça da equipe do CQC? Piada! E, o dano à imagem, muitas vezes, é algo irreversível. Pressionar alguém, e levá-lo a uma atitude reativa, é algo do qual quem provoca está sujeito. Sabe-se lá, que outras reações as pessoas poderão vir a ter, diante deste tipo de abordagem estupidamente desrespeitosa? Desculpem, isto não é jornalismo sério. É um desserviço à população. "Cada macaco no seu galho", não é assim que fala o ditado popular? Imprensa, no papel de imprensa. Polícia no papel de polícia. Respeito no jornalismo. Respeito ao Direito do Cidadão. Se, alguém cometeu o ilícito, a forma de investigá-lo e divulgá-lo, jamais poderia ser esta, adotada irresponsavelmente pelo Programa CQC, no quadro Proteste Já. Agora, quem protesta, é quem foi humilhado e ridicularizado, e também, quem assistiu a este abuso ( " deformação", semelhante à exposta na recomendação do Ministério Público Federal ), pois ouvido e visão de telespectador, não é "penico". Que a Lei se faça presente, diante deste abuso! O Brasil é democrático. Que se faça valer agora, os princípios da democracia, onde todos os cidadãos merecem respeito e devem cumprir a lei. E, tenho dito! Alphaville, hoje
Um portal de Alphaville Como editora e jornalista edito o Diário de Alphaville On Line, como um grande portal de Alphaville. Com início de atividade em 21 de maio de 2009, já estamos com um número muito significativo de informações sobre a região de Alphaville, dentro de Barueri e Santana de Parnaíba, e outras, que interessam ao nosso público internauta, em número jamais visto e disponível para os leitores desta região. Nossa visitação cresce dia a dia, estimulada por newsletters ou espontâneamente. Dentro da realidade editorial regional local, é o máximo que se atingiu até o momento, em número de notícias, na mídia regional local. E, está sendo realizado por nós, da Editora Newsville. Somos pioneiros em jornal diário nesta região de Alphaville e Tamboré, e utilizando o veículo mais atual do momento, a mídia digital. Também conhecida por mídia on line ou eletrônica, a mídia feita através da internet possui várias vantagens sobre a mídia impressa. É extremamente ágil, permitindo notícias em tempo real, e várias atualizações dentro de um mesmo dia. Permite o contato direto com o leitor internauta, que pode interagir com a mídia digital a qualquer momento. Não se restringe a uma área, pois o seu acesso é possível em qualquer lugar do planeta, e os próprios leitores ajudam a dissemir este tipo de noticiário. É muito mais ecológica, pois diminue o consumo de papel e o corte de árvores, auxiliando no combate ao aquecimento global. E, é gratuita. E, segundo os maiores especialistas em jornalismo no mundo, em pouco tempo, irá superar a leitura que hoje é feita na mídia impressa. Ainda temos alguns botões que estão em construção, e outros novos surgirão. Com uma atualização diária, o Diário de Alphaville On Line traz tudo o que há de mais relevante regionalmente. Estamos honrando uma marca que ninguém jamais ousou colocar neste mercado nos 36 anos de Alphaville - "Diário de Alphaville". E, a marca, fala por sí só. Obrigada e boa leitura. Gláucia Poppe a editora
Alphaville, terça feira, 13 de outubro de 2009 Opinião Comentário sobre o editorial de 26/09/09: "Hoje sou eu, amanhã será você!" por ELSE MAY PUPO GUIMARÃES GONÇALVES Todos nós daremos contas ao Criador do que fizemos ou deixamos de fazer aqui na Terra. Não importa quem seja e de que parte da Terra! Até mesmo o ateu, terá que responder sobre os seu atos,
pois um dia ele saberá que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens - Jesus Cristo!
Ai daqueles a quem Deus dá mais poder e autoridade.... estes serão muito mais cobrados!
Na bíblia há um versículo que diz:" os céus e a terra passarão, mais as minhas palavras, (as de Deus), não passarão"
Else May Pupo Guimarães Gonçalves
Alphaville, sábado, 26 de setembro de 2009 Hoje sou eu, amanhã será você! Por Gláucia Poppe O aquecimento global vem acelerando-se, trazendo ciclones, furacões, tsunamis, etc, com maior frequência, de forma alarmante e desastrosa e, em lugares onde historicamente estes fenomenos não aconteciam.
O Brasil já possui graves problemas climáticos, em função desta alteração do clima do Planeta e, era um dos lugares chamados como "abençoado por Deus", por não ter furacões, ciclones, etc. Falavam, nas piadas, do "povinho", certo? E, nós, o "povinho", coitados, sendo soterrados por deslizamentos, perdendo casas em inundações ou com ciclones e vendavais!
E, o pior, é que a população mundial, mesmo sabendo qual é a tragédia anunciada, ainda não faz nada que seja absolutamente significativo e eficaz, e ainda coloca os interesses econômicos acima da sobrevivência do Planeta.
Nada que os governantes venham anunciando como medidas de defesa do meio ambiente, são suficientes para frear o aquecimento global e reverter ou, pelo menos, congelar o quadro atual. Anuncia-se a demagogia!
Se é que, ainda dá tempo de estabilizar a situação, já que a irresponsabilidade dos governantes foi além do aceitável ao longo dos últimos 50 anos, agora é o real fim da linha, para quem enxerga, e para quem não enxerga.
Ou faz-se algo de sério, realmente, ou decreta-se o fim, para os próximos 50 ou 100 anos.
O lado mais triste desta história de destruição, é o egocentrismo destes chamados líderes políticos. Mesmo tendo filhos e netos, estes homens que determinam o presente e o futuro do Planeta, parecem que só se preocupam com o dia de hoje.
Em sua maioria, possuem mais de 40 anos. Portanto, se o Planeta Terra vai ter dificuldades de manter seres vivos, daqui há 50 anos, a maioria deles faz um "continha" matemática, e pensa assim: "Daqui há 50 anos eu já morri mesmo, e que se dane o Planeta". Nem pensam nos próprios filhos. Netos, então, menos ainda. Filhos e netos dos outros, nem pensar! Muitos garantem as suas altas comissões, seus altos negócios, seu alto padrão de vida. Seus jatinhos, suas mansões, seus carrões, suas festas, suas empresas, seus status. Só pensam neles e nos seus parceiros vorazes. Querem morrer bebendo um scoth, fumando um charuto, ou em uma UTI de luxo. Em quantos eles são? Em um número muito pequeno. Mas, eles mandam na Terra. E, os ambientalistas alertam, denunciam, esbravejam, mas não podem impedí-los de destruir o Planeta. Japão promete um resultado para daqui há 20 anos, EUA, outro prazo, e, assim vai... Mas, será que dá para segurar a catástrofe anunciada, com tanta lerdeza da liderança dos países de Primeiro Mundo? Enquanto isto, os ursos polares, morrendo afogados porque nadam, nadam, nadam e nadam, e não encontram gêlo firme para subir, estão gritando ( da maneira deles ): " Hoje somos nós os irracionais, amanhã são vocês, seus irresponsáveis racionais." O maior crime ambiental é a negligência! E, a sua pena será a de morte em massa, se nada de sério for feito. É isto!
Alphaville, sexta feira, 18 de setembro de 2009 Opinião Comentário sobre o editorial de 22/08/09: " Desabafo!" por LAÍS BARROS LOPES SINTO-ME NO DEVER E NA OBRIGAÇÃO DE TAMBÉM ME POSICIONAR NÃO SÓ A QUERIDA ELSE MAY G. GONÇALVES COMO CIDADÃ E AVÓ, MAS A TODAS AS MÃES, NA LUTA PELO DIREITO MAIOR E MELHOR DE PRESERVAR A SAÚDE DE UM SER TÃO DEPENDENTE COMO UM BEBÊ! PROPORCIONANDO A ELE SUPRIR TODAS AS NECESSIDADES DE UMA NUTRIÇÃO E IMUNIZAÇÃO, CONTRA TANTAS DOENÇAS QUE VÊM ATINGINDO TODA A POPULAÇÃO! PRINCIPALMENTE OS BEBÊS QUE SE TORNAM TÃO INDEFESOS LONGE DO SEIO MATERNO!!! VAMOS DESPERTAR!! E LUTAR POR ESSE DIREITO " ALEITAMENTO MATERNO" ! LAÍS BARROS LOPES
Alphaville, sábado, 29 de agosto de 2009 Opinião Comentário sobre o editorial de 22/08/09: " Desabafo!" por Salete Menatti A respeito do editorial em questão não entendo como não prorrogar as
licenças maternidade para 31 de outubro, mesmo que esses trabalhadores
tenham que compensar posteriormente de alguma forma, assim como foi
feito para as pessoas que são consideradas de risco para contrair a
doença!!! Somos o país campeão em número de óbitos, não temos
medicação para todos que dela precisam, nosso sistema único de saúde é
um caos. Tentamos levantar algumas bandeiras, mas raramente somos
ouvidos quanto mais atendidos, espero que as autoridades revejam essa
questão pela urgência, mas não vamos esquecer que no próximo ano
teremos eleição novamente, não deixemos de procurar a história
pregressa dos candidatos e acompanhar suas ações depois de eleitos. Alphaville, sábado, 29 de agosto de 2009 Opinião Comentário sobre o editorial de 22/08/09: " Desabafo!" por Dra. Roseane M. Barros Prezados, lamentável saber que existe tanta diferença para as regras e leis de nosso país, de acordo com suas regiões, quando no Senado tem-se as mesmas regras para tudo: livramento, perdão e condescendência para a tão pecaminosa corrupção!!!!! Como profissional de saúde, sugiro à quem precisar fazer que o estado obedeça a lei maior, que entre com uma ação contra este mesmo Estado justificando-se a necessidade!!! É inadmissível que num país onde se incentive a amamentação, também se prive que se amamente!!!!! À Else, avó de coração partido, não desanime!!!! Grite, vá à luta e faça seu netinho amamentar o quanto de direito!!!!! Conte sempre conosco!!!! Bjos!!! Dra. Roseane M. Barros – Nutricionista – CRN 1296 Alphaville, sexta feira, 28 de agosto de 2009 Opinião Comentário sobre o editorial de 22/08/09: " Desabafo!" por Dulce Pupo Guimarães Sabbag Após ler o depoimento de Else May G. Gonçalves, senti-me na obrigação de deixar meu apoio para aquelas mães que estão em fase de amamentação e precisam trabalhar. Em vários países na Europa é concedido o direito da mãe amamentar seu filho/a por, pelo menos, 6 meses. O Brasil, ultimamente, vem inserindo-se neste mundo global na luta contra a fome, a pobreza e os direitos humanos. Nosso Presidente vem levantando esta bandeira há anos. Está na hora de nós nos lembrarmos do direito dos pequeninos em tempos difíceis, como o da Gripe H1N1, Tuberculose, Pneumonia, Meningite e tantas outras doenças que circulam pelo mundo sem discriminação de raça, credo ou nível social. É um direito de mãe proteger seu filho desde o nascimento através da amamentação, o que o próprio governo incentiva. Veja as campanhas freqüentes nos meios de comunicação. O leite materno imuniza, fortalece, previne contra doenças e, o carinho da mãe também o alimenta de amor. Temos a obrigação de pensarmos nas gerações futuras como o alicerce da nossa nação brasileira. Que Deus nos ajude nesta campanha e parabéns Else por lutar pelo seu neto. São poucas as mães e avós que tem a coragem de se expor. Esta é uma causa maior, que outros poderão usufruir. São Paulo, terça feira, 25 de agosto de 2009
Opinião
Comentário sobre o editorial de 22/08/09: " Desabafo!" por Maria Cristina Gonçalves de São Paulo/SP A avó Else tem toda a razão. E, especialmente nestes tempos de pandemia, as grávidas estão no grupo de risco da gripe A (H1N1), bem como as crianças com menos de 2 anos. Especialmente as crianças recém-nascidas, dependentes da amamentação. Ora, por iniciativa própria ou por uma consciência social, a empresa pode, sim, aliás, deve liberar a funcionária que amamenta por mais 120 dias, até que se completem os 6 meses mínimos básicos recomendados pela OMS - Organização Mundial de Saúde, desde 1991, a saber: "As crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade. Ou seja, até essa idade, o bebê deve tomar apenas leite materno e não deve dar–se nenhum outro alimento complementar ou bebida."
O que vale mais: As leis ou a consciência social de favorecer o desenvolvimento de crianças saudáveis?
São Paulo, terça feira, 25 de agosto de 2009
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Comentário sobre o editorial de 22/08/09: " Desabafo!" por Crislene Mateus de Santo Amaro/São Paulo
Alphaville, segunda feira, 24 de agosto de 2009
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Comentário sobre os editoriais: de 22/08/09 - " Desabafo!" de 03/08/09 - "O frio nas portarias de Alphaville" por Telma Portugal Pereira de Tamboré / Barueri
Assim como gestantes estão afastadas por trabalharem em locais de risco de contaminação, as mães de crianças com menos de 1 ano devem ter a mesma atenção até que passe este período. Apoio o pedido desta avó. Também acho importante que funcionários de portarias dos residenciais sejam protegidos do frio por uniforme adequado. Alphaville, segunda feira, 24 de agosto de 2009
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Comentário sobre o editorial de 22/08/09: " Desabafo!" por Álvaro Braghetta Camargo de Alphaville/ Santana de Parnaíba Temos visto o avanço da pneumonia como conseqüência do avanço da gripe suína e, os bebês são uma parte da população com alto grau de risco de contrair esta doença. Entendo a preocupação da Sra. Else, que é legítima, para que os bebês, em fase de amamentação, possam ter as mães ao seu lado por 6 meses, como determina a lei maior deste país. Isto diminuiria o risco de contaminação das mães e, por conseqüência, dos bebês. Tenho ouvido a recomendação de vários médicos no sentido das pessoas tomarem a vacina pneumococo, devido ao recente aumento de casos de pneumonia e, espero que nossas autoridades municipais tenham a sensibilidade necessária para avaliar a situação atual (de alto risco), e atender este clamor das mães em fase de amamentação de seus bebês.
Alphaville, sábado, 22 de agosto de 2009
Opinião Desabafo! "Estendamos urgentemente este direito justíssimo, de dar no mínimo 6 meses de amamentação, a todos os bebês brasileiros" por Else May Pupo Guimarães Gonçalves, Alphaville/ Santana de Parnaíba Li nos jornais desta semana, que o governo federal, preocupado, já se prepara para vacinar contra a pneumonia, crianças com até um ano de idade nos postos de saúde. Pelo que eu entendi, houve mutações do “vírus” Influenza. Agora, além dos adultos, ele também está atacando muitos recém nascidos e criancinhas. Portanto, quão vulneráveis estão os ainda indefesos pulmões dos bebês! Ao mesmo tempo, vemos o alto investimento do governo federal em propagandas através de todos os meios de comunicação: imprensa, rádio, televisão, outdoors, solicitando que as mães amamentem por mais de 1 ano seus filhos! Nesta triste situação atual com doenças como a tuberculose retornando, epidemias de pneumonias, do combate à gripe suína com seu leque nefasto de consequências, sugiro e pergunto: Porque o ministério público não age emergencialmente em defesa dos nenezinhos brasileiros, determinando que todas as empresas públicas e privadas possibilitem a permanência das funcionárias mães amamentando seus filhinhos pelos 6 meses, conforme estipula a própria Constituição? O custo benefício, de se deixar nas atuais circunstâncias, por mais tempo estas mães em casa, com seus bebês ainda tão vulneráveis em suas defesas, diminuiria com certeza o risco de tantas contaminações para ambos, mãe e bebê! Vejam, diminuindo-se o contato destas mães com pessoas doentes nas empresas, em escolas, repartições públicas, transportes coletivos etc., a própria saúde pública evitaria gastos com “n” outras licenças, uma vez que estas mães estariam menos expostas às contaminações, ficariam menos doentes e não contaminariam os tão pequenos e ainda indefesos bebês! Esta iniciativa, traria benefícios para todos: mãe, bebê e para os cofres públicos e privados, pois não acarretariam futuros pedidos de licenças para tratamento de saúde, decorrentes destas contaminações. Por outro lado, dar todas as "mamadas" do dia para seu filhinho, contribuiria muito para a melhoria de seu sistema imunológico e de defesa, que parece ser o que os governos Federal, Estadual e Municipal tanto querem, não é mesmo? Outro ponto importante a ser ressaltado é, que o número de mães funcionárias em licença amamentação é reduzido, portanto, o custo seria pequeno, uma vez que elas já estão em licença, apenas o prazo seria estendido por um pouco mais de tempo, conforme já determina a lei! É bom lembrar, que a Lei Maior, a Constituição Brasileira, dá o direito à licença amamentação por 6 meses, mas vejam: a mesma lei, também dá autonomia aos estados e municípios para não cumprirem este prazo e adotarem outro! Será então, que esta “autonomia da lei”, é que dá condições de se expor o indefeso bebê brasileiro? Temos, então, estados e municípios que dão apenas 4 meses de licença amamentação, enquanto outros, graças a Deus, com melhor compreensão, aderem aos 6 meses conforme pede a Lei! Ou, será então, que a lei dá o direito, mas alguns estados e municípios tiram este direito, pensando apenas no custo, e não, no benefício deste investimento para a saúde dos seus bebês? Que direito confuso têm estes bebês aqui e acolá? Uns tem mais sorte e direito e, outros, menos no mesmo país, não é? Além disso, outro fato importante - a Lei 11770 de 8/9/2008 - "Programa Empresa Cidadã", que prorroga por mais 60 dias a licença amamentação. Mas, novamente outro entrave! Só terão este direito, àquelas mães funcionárias cujas empresas públicas e privadas aderirem! Senhores, o triste disso tudo, é que as empresas privadas até que aderem, mas o poder público estadual e municipal, que deveria ser o primeiro a dar o exemplo, pouco ou nunca adere à sugestão do governo federal! Concluímos, que não é justo, de forma nenhuma, principalmente dentro do atual momento que atravessamos, com tanto risco com as doenças e epidemias/pandemias, que as criancinhas estejam sendo impedidas de adquirir anticorpos na idade tão importante da amamentação! O governo federal tem poder! Deveria intervir dando igual direito a todos os bebês brasileiros de serem amamentados pelo prazo mínimo de 6 meses, através da licença amamentação de suas mães! Não importa onde tenham nascido, se no norte, sul, leste ou oeste do Brasil, nem do fato de suas mães trabalharem em empresas públicas, estaduais, municipais ou privadas, que aderiram ou não à lei! O foco correto é no recém nascido e no seu direito! Mas... O que eu, como cidadã brasileira mais gostaria mesmo de ver, é meu próprio município de Santana de Parnaíba levantando esta abençoada e abençoadora bandeira, saindo na frente, sensibilizando-se e agindo de forma a dar a estes brasileirinhos, todo o tempo de licença amamentação a que tenham direito! Ser exemplo é agir diferente! Este é o momento! As doenças estão atacando! Não há tempo a perder! Dar este direito é a melhor forma de propaganda! Estendamos urgentemente, este direito justíssimo de dar, no mínimo 6 meses de amamentação a todos os bebês brasileiros! Ser exemplo tem custo sim, mas é o certo a fazer! Outros o seguirão! Deus ricamente os abençoará e nada lhes faltará! Alphaville, segunda feira, 3 de agosto de 2009 O frio nas portarias de Alphaville Gláucia Poppe Aqui, nos Alphavilles de Barueri e Santana de Parnaíba, o inverno é muito frio, mesmo! Em poucas palavras, vou dizer aquilo que eu acho absurdo: na maioria destes residenciais, à noite e de madrugada, as equipes de portaria e segurança trabalham sem gorros, sem luvas, e muitos apenas só com ternos, sem casacos de lã. São poucas as exceções, que lembram que estes profissionais que cuidam da nossa segurança enquanto dormimos embaixo de edredons, ou relaxamos em frente às nossas lareiras, estão sofrendo de frio. Eu passo e vejo, e não me conformo. Os diretores destes residenciais não enxergam isto, por quê? Está na hora de proteger nossas equipes do frio intenso, certo? Alphaville, segunda feira, 3 de agosto de 2009 Matadores de Gatos em Alphaville por Gláucia Poppe
Depois de um período de muitas matanças em vários residenciais, de muitos gatos domésticos por envenenamento, inclusive dois meus, e muitos protestos que eu fiz em minhas edições impressas, além de muitas reclamações de proprietários dos mesmos que chegavam, inclusive, a denunciar nas delegacias de polícia locais, agora, o problema voltou a acontecer. E, está na hora de botar a bôca no trombone novamente, pois isto é crime, além de ser um hábito próprio de psicopatas. Os casos estão começando a ser denunciados novamente. Vale lembrar que, todo psicopata é dissimulado, covarde e, não sente culpa de seus atos, que julga lícitos, dentro da sua doença que, infelizmente, não tem cura. E, se faz isto com um gato, pode fazer maldades, também, com seres humanos. Isto está provado cientificamente. A revista Super Interessante deste mês, que pode ser comprada nas bancas de jornais, explica muito bem a psicopatia. Muitas das vítimas de psicopatas, só descobrem o que eles são na hora que eles as matam. Os artigos médicos a este respeito, explicam muito bem isto. E, é algo que acontece em qualquer classe social. Se você é parente direto de um matador de gato, é possível que você esteja ao lado de um psicopata e seja uma pessoa que já sofre na mão desta pessoa. É próprio do psicopata judiar dos mais próximos, dando sempre "uma de bonzinho" para as pessoas que não convivem com ele. Manipulador e dissimulado, consegue disfarçar esta doença, considerada "perversão" na psiquiatria. Vale a pena pesquisar nas buscas pela Internet, psicopatia e sociopatia. Sinônimos da mesma doença, que pode ir de grau moderado até grave. Mas, atos de psicopatas, quase sempre são criminosos. Envenenar um gato é um ato de crueldade, covarde, planejado. É um ato criminoso. Desconfie, e observe, o matador de gato. Faça isto, para o seu próprio bem. É um ato perverso, é uma perversão. E, a única doença psiquiátrica da categoria perversão, é a psicopatia ou sociopatia. Se você conhecer algum matador de gato em seu residencial, ou em qualquer outro local, use o Disque Denúncia de sua localidade, o que pode dar pistas importantes para a polícia, que coleciona BOs desta natureza. Se o primeiro matador aparecer, os outros vão "ficar espertos" e recuar na matança. E, gatos deixarão de morrer desta forma tão cruel e covarde. Para denunciar, clique na página Home, em Telefones Úteis.
Alphaville, sexta feira, 31 de julho de 2009 Estamos no TWITTER E, por que não? As novidades na internet são tantas. E, estamos usando estes recursos, pois a tendência é o mundo virtual/digital, tomar conta de vez, em muitos segmentos. Como editora, faço o Alpha Post ( clique no botão Jornal Alpha Post da página Home ), um jornal impresso, que já teve vários formatos, e agora está no berliner, o mais arrojado atualmente, nomercado editorial internacional, que passará a ter 16 páginas coloridas, ainda neste mês. Mas, não nego. Agora que passei a editar o Diário de Alphaville On Line, em um pouco mais de 2 meses, percebi que o jornal digital é "O cara!" ( plageando Barack Obama ao se referir ao presidente Lula ). "O cara!" quer dizer, "tudo de bom!" plageando a gíria brasileira. Um jornal que você lê a hora que quer e, no mesmo dia, muitas mátérias novas entram, ao longo das horas. Portanto, sempre que você abre, tem uma novidade. E, acumula notícias, que você pode rever. E, não polue, com excesso de papel circulando por aí. E, não vira privadinha de animaizinhos domésticos ( tenho seis deles, e é mesmo no jornal que eles adoram ir ), nem embrulho na feira e no sapateiro. E, não é para ler!!! É para fazer!!! E, menos papel é vendido e comprado. E, menos árvores são cortadas. E, menos embalagens plásticas são usadas para proteger os jornais. O mundo da mídia na Internet é totalmente ecológico. É menos agressivo ao meio ambiente, ajudando na luta contra o aquecimento global. Aumentando, conseqüentemente, mesmo que só um pouquinho, o tempo de vida do ser humano no Planeta Terra. Nossa! Nem eu nunca tinha pensado nisto! Mas, agora penso. Infelizmente, mas por pouco tempo, espero, as pessoas ainda vão ler os jornais em papel. A má notícia é que eu ainda vou ter que continuar imprimindo jornais em papel. A boa notícia é que, na Internet, tudo acontece em progressão geométrica. É a pandemia da informação, para a qual ninguém quer fazer uma vacina, e que não mata, muito pelo contrário, poupa, protege! E, o número de leitores internautas cresce substancialmente, a cada minuto. Isto, estamos sentindo no dia a dia. Por isto tudo, nosso diário é somente digital. Imagine se fosse colocar todos os dias tanto papel nas ruas, nos jardins de Alphaville e Tamboré, e dentro de saquinhos. Caramba, que poluição generalizada! Mas, não é só isto: eu entrei para o TWITTER no http://www.twitter.com/glauciapoppe, e vou falando tudo que penso e que faço como editora, sempre que abro esta incrível ferramenta de divulgação e marketing pessoal e empresarial. E, coloquei o Diário de Alphaville On Line também, fazendo as chamadas para as suas notícias, me espelhando na grande mídia nacional e internacional. Aí, a informação passar a voar à jato supersônico. É bárbaro! Seu endereço é http://www.twitter.com/diarioalphavile, sem o "de" e com Alphaville com um "L", pois é o que cabe no user name. Aqui, em Alphaville, estamos sendo os pioneiros nestas novidades, também, como já fomos em muitas outras, no passado editorial do bairro, para quem se lembra disto. Se copiarem, ótimo para o meio ambiente! Sigam-se ( glauciapoppe ) daqui para frente. Sigam o diarioalphavile! E, se quiserem, mandem suas mensagens para nós, por lá. Aqui, eu convido você para entrar também para o TWITTER. Você vai gostar. Tudo de bom! Clique nos links abaixo: www.twitter.com/diarioalphavile Alphaville, quinta feira, 18 de junho de 2009 Entendendo melhor a decisão do Supremo Tribunal Federal que decidiu pela desobrigatoriedade do diploma de jornalismo no dia 17 de junho
No dia 17 de junho, por 8 votos contra 1, os juízes do STF, Supremo Tribunal Federal, votaram pela extinção da obrigatoriedade do diploma de jornalismo no Brasil. Esta decisão é histórica, pois está ligada a cinco momentos importantes na história do Brasil: O primeiro, em 1968, com a ditadura militar instituída pelo AI5 - Ato Institucional número 5; O segundo, com a criação de um decreto-lei número 972 de 1969, que obrigou o diploma de jornalismo no Brasil, sem que houvesse faculdade de jornalismo, quando então, elas foram criadas para atender a este decreto; O terceiro, a Constituição Brasileira de 1988, que define a liberdade de exercício profissional; O quarto, em 1992, quando o Brasil aderiu ao Pacto de San Juan da Costa Rica, na Convenção Americana de Direitos Humanos, assumindo o compromisso da liberdade de expressão no País; O quinto, em 30 de abril de 2009, com a extinção, também por votação dos juízes ministros do STF, da Lei de Imprensa. Com relação a esta última, os crimes de calúnia, injúria e difamação passarão a ser julgados pela Constituição Brasileira, que possui lei específica para tal. Só fica pendente, como será definido em lei, o Direito de Resposta, o que já vem sendo estudado, pois é algo imprescindível para a democracia. O relatório do presidente do STF, e relator da decisão que desobrigou a existência do diploma de jornalismo no Brasil, juiz relator ministro Gilmar Mendes, pode ser visto através do Google na íntegra. Segundo o relatório do ministro, que está divulgado na Internet, o Ministério Público, moveu "ação civil pública com pedido de tutela antecipada, em face da União, na qual defendeu a não-recepção, pela Constituição de 1988 (art. 5º, IX e XIII e art. 220, caput e § 1º), do art. 4º, inciso V, do Decreto-Lei n° 972, de 1969, o qual exige o diploma de curso superior de jornalismo, registrado pelo Ministério da Educação, para o exercício da profissão de jornalista" ..." com o objetivo de proteger não apenas os interesses individuais homogêneos dos profissionais do jornalismo que atuam sem diploma, mas dos direitos fundamentais de toda a sociedade ( interesses difusos ) à plena liberdade de expressão e de informação". O relatório é extenso mas, com muitas informações que podem ser muito interessantes para as pessoas ligadas ao meio do jornalismo, com ou sem diploma. E, como houve recurso, cabe aguardar novas notícias a este respeito.
Alphaville, quinta feira, 21 de maio de 2009 Começando o
Diário de Alphaville On Line
Nossa empresa completou 16 anos no dia 9 de setembro, em Alphaville – Barueri / Santana de Parnaíba, Estado de São Paulo, Brasil, com uma gama de produtos editoriais publicados sob várias marcas. Revista Newsville, Guia Newsville, Jornal da Newsville, tablóide western Alpha City News, tablóide Alpha Post e Jornalzinho do Malote.
Todos impressos em gráficas, com vários formatos testados e aprovados.
Mas, chegou o momento de ousar com a informação diária, um comichão próprio de editores, que não agüentam esperar uma semana ou um mês para colocar a informação regional à disposição do leitor.
E, a escolha da opção On Line, antes um tabu, agora é realmente a mais apropriada e moderna. A notícia não pode mais esperar. O leitor, já está acostumado a buscá-la na WEB, em vários portais de informação. Portanto, agora é a hora.
Mas, o Diário de Alphaville On Line, não é um jornal, apenas. É um portal. E, como tal, vai crescer dia a dia, com muitos serviços, muitos links, entrando com o dinamismo próprio da Internet.
Vá clicando pelos botões deste Diário e conheça tudo o que já está a sua disposição.
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